As tropas de combate americanas deixam o Iraque, mas os Estado Unidos podem ter problemas para cumprir a promessa de retirar toda a presença militar do país, levando em consideração o ocorrido em outros conflitos, como na Segunda Guerra Mundial e nas Coreias.
Até hoje, 65 anos depois da última guerra mundial (1939-
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Mesmo após decisão do presidente Obama, tropas correm o risco de remanescerem no Iraque.
Em 31 de agosto, o presidente americano Barack Obama irá ao país para comunicar que cumpriu sua promessa eleitoral e dará por concluída as missões de combate no Iraque.
No país ficarão, no entanto, ao menos 50 mil soldados para trabalhos de treinamento, com a ideia de que deixem o país até 2011, uma vez que as forças iraquianas estejam preparadas para assumir suas responsabilidades.
Paralelo a retirada militar, um batalhão de diplomatas e civis ficarão no país, transferindo o peso da complexa relação com o Iraque do Pentágono ao Departamento de Estado.
A saída do Iraque evoca outras disputas nas quais os EUA estiverem envolvidos, embora segundo disse à Efe o analista Paul Eaton, do grupo de estudo National Security Network, agora existe “um cenário muito mais complexo que os fechamentos de campanhas no Vietnã, na Coreia e na Segunda Guerra Mundial”.
A conclusão da Primeira Guerra do Golfo (1990-1991) foi quase tão nítida como a da Segunda Guerra Mundial: os Estados Unidos e seus aliados foram ao combate com um objetivo definido – a expulsão dos iraquianos que tinham invadido o Kuwait – alcançaram o objetivo e se retiraram.
Mas no Iraque o caso é diferente. A redução substancial da presença militar dos EUA – de 160 mil soldados há um ano para 50 mil depois de 31 de agosto – foi possível mediante complexas negociações com o Governo iraquiano, ainda os sunitas, xiitas e curdos, acrescentou Eaton.
O presidente Obama prometeu que até o fim de 2011 terão saído do Iraque quase todos os soldados americanos, mas Eaton acredita que o Governo do Iraque expressará sua preferência para que os EUA estendam a presença de suas tropas.
Porém, o ex-embaixador americano no Iraque John D. Negroponte escreveu na revista “Foreign Policy” de agosto que “embora não pode ser descartada a possibilidade, é pouco provável que a presença das tropas (dos EUA) se estenda além de 2011″.






















so vou rir dos comentarios q outros colocam kkkkkkkkkkkkkkkkkk
rir e o melhor remedio,brasileiro nao leva nada serio, a começar pelos politicos brasileiros q nao levam povo a serio
Kaaaaaakkkkkk