
A diretora Kamiya e a professora Ito receberam 130 estrangeiros ano passado.
Apenas quatro brasileiros vão concluir o curso que a agência pública de empregos Hello Work oferece este ano em parceria com a Kinuura Technical Academy , escola profissionalizante da cidade de Takahama (Aichi), após 30 terem sido encaminhadas.
“Em 2009, tivemos 130 alunos estrangeiros. Então acho que muitos conseguiram emprego este ano”, diz Junko Kamiya, diretora da curso patrocinado pelo governo japonês.

Isabel Naganuma
Neste ano, incialmente, sete pessoas tiveram interesse em se matricular, mas três interromperam os estudos por terem obtido vagas no mês de junho. Quem faz o curso é beneficiado com a prorrogação do seguro-desemprego e recebe ajuda de custo para refeição e transporte.
As aulas começam às 10 da manhã. O curso tem duração de três meses, cinco dias por semana. Na grade estão incluídos Computação, Língua e Cultura Japonesa e a Carteira de Empilhadeira. O perfil dos alunos é de idade superior aos 40 anos.
Isabel Naganuma, 40, moradora de Takahama é a única mulher do grupo. Mãe de três filhos, ela procura qualquer proposta de serviço, mesmo de operação de empilhadeira. “ Haverá vantagens na hora de obter uma vaga de emprego pelo Hello Work após este período estudando, serei bem recomendada”, avalia.

Alexandre Take ruma ao N1 da JPLT.
Alexandre Take, 60, morador de Toyota, vem de trem, para poder receber o auxílio-transporte. “Preciso trabalhar”, diz ele, que este ano vai prestar o nível 1 (N1) da prova de proficiência no idioma Japonês (JLPT). Ele tem 20 anos de experiência como responsável de relações pessoais (tantousha) de empreiteira, tendo trabalhado em apenas uma empresa.

Vilson Sérgio Kojo foi líder de produção, hoje procura emprego.
Outro funcionário comprometido com o trabalho e perdeu o emprego foi Vilson Sérgio Kojo, 42, pai de duas filhas. Residente em Toyohashi, ele viaja duas horas de trem diariamente para estudar. “Pouco Nihongo é o meu grande problema”, admite Vilson, que está há 14 anos no Japão.

Edson Saito fala em Japonês.
“Vou procurar emprego de operador de empilhadeira”, decidiu-se Edson Saito, 45, de Chiryu (Aichi). “Estamos aprendendo a escrever currículo japonês no computador”, entusiasma-se.
A professora de Língua Japonesa deles, Mieko Ito, confirma que o mais difícil no aprendizado são os ideogramas chineses (kanji). Mas no cotidiano, o que eles têm mais dificuldade é no relacionamento com os japoneses por terem poucos amigos nativos, explica a professora.






















Por que será que muitos semi-analfabetos ignorantes estão trabalhando enquanto esse pessoal esforçado não conseguem emprego? Será que as fábricas realmente procuram por trabalhadores qualificados?
tem q estudar
Na verdade eu creio q o japao nao quer pessoa qualificada eles querem qm nao saiba dos seus direitos , querem pessoas sem estudos e quase nao usam o cerebro … eu to vim ao japao com 13 anos sei falar ler e escrever tenho carteira de ogata tenho lift , varios cursos no japao …
e adivinhem se estou trabalhando …
resposta e nao pois no meu gaijintoroku esta Sao paulo se estivesse Amazonia estaria empregado e isso nao estou falando por falar ja ouvi isso de um entrevistados fiquei sem chao pois qria qualquer emprego e ele me disse acho q essa vaga nao e para vc q se vc achar cois melhor com certeza vc vai sair fora q pessoas de sao paulo nao ouvem e ficam quietas elas respondem