Empréstimo para retorno ao Brasil da província de Gifu
“A situação é lamentável. Nós explicamos, no momento de efetuar o empréstimo, que aqueles que usufruíssem desse benefício deveriam devolver o dinheiro”, afirma Tetsuya Yamoto, chefe do departamento internacional da província de Gifu sobre a inadimplência das famílias brasileiras que recorreram ao empréstimo para retornar ao Brasil.
A medida foi adotada pelo governo da província como forma de amenizar a crise econômica. Os empréstimos de no máximo ¥600 mil (cerca de US$ 7 mil), com juros de 1,5% ao ano, foram oferecidos às famílias de brasileiros, residentes em Gifu, que quisessem retornar para o Brasil.
O contrato do empréstimo foi realizado em conjunto com o Banco Tokai Roudou Kinko e atingiu ¥ 9,15 milhões (aproximadamente US$ 110 mil), possibilitando o retorno de 37 famílias. De acordo com o levantamento do departamento Internacional de Gifu, 29 famílias ainda não devolveram o dinheiro do empréstimo.
De acordo com Yamoto, a dívida dessas famílias chega a ¥ 6,91 milhões (US$ mil). Dívida, que segundo o funcionário da província, será paga pelo Centro de Intercâmbio Internacional de Gifu. O montante será descontado do subsídio para Projetos de Intercâmbio Internacional e Multiculturais que possui o órgão.
“Infelizmente, e mais uma vez, a imagem da comunidade brasileira pode ficar ruim pelas ações de poucos”, declara Edilson Kinjo, que preside o Centro de Orientação de Minokamo (Gifu). Para ele, o mais lamentável nesse episódio, é a falta de satisfações ao governo. “Não houve sequer a preocupação de entrar em contato e dizer que não tem condições de fazer o pagamento no prazo proposto pelo banco”, diz Kinjo.
O governo da província afirma que ainda não há uma forma de localizar as famílias no Brasil e sendo assim, não há saída senão arcar com os custos da dívida.






















quem vai pagar isso somos nós mesmos
pra prefeitura é fácil aplicar um aumentozinho singular nos impostos residenciais dos brasileiros que residem no japao.
aumente uma taxa de 200 ienes, por exempo pra cada um dos.. digamos 70 mil brasileiros que estãono japao.. Calculo 70 mil pois muitos vivem juntos.. deve ter uma média de 3 pessoas que vivem num mesmo endereço, familias por exemplo..
70 mil X 200 ienes = 14 milhoes
dinheiro recuperado em dobro.
duzentos ienes ninguem vai notar.. entao provelmente farão algo do tipo.
De 37 familias,29 nao pagaram??!!
O q mais me assusta e q 8 pagaram.Pensei q ninguem ia devolver kkkkkkk
Como nao tem como localizar os caloteiros???
Eles emprestaram o dinheiro sem informacoes, na base da confianca???
Kkkk
Os unicos que devolveram sao akeles que ainda irao retornar ao japao, pq de resto eles deitaram e rolaram!!!
Eu sabia que isso ia acontecer… que isso não ia dar certo…que o governo de Gifu ia levar calote! Dito e feito! O quê?! Ajudar os brasileiros a irem embora e depois cobrarem deles? “Cê” tá de brincadeira!!!! É claro que a maioria pegou esse dinheiro sem a intenção de devolver algum dia! Aqueles que ficarem que paguem!!!!
O pior eh que isso acontece mesmo dentro do Jp…qta gente nao deixa de pagar o imposto residencial e finge q nao ta sabendo de nada? Agora quem paga? Como disse o Hinode, acho que sao os brasileiros que ficam. So acho que esta muito claro que os moradores de Gifu ficarao um bom tempo sem eventos, seminarios, etc…ja que tudo era bancado pela tal associacao que ficou com a divida!!! Como disse o cara aih, lamentaaaavel….
rir pra nao chorar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pelo que vi numa matéria do IPC, por ser um empréstimo, há um prazo para o pagamento da dívida. E lá, se não me engano, constava que eram 5 anos. Ou seja, se não passou do prazo, por que tanto alarde? Se a pessoa for deixar para a última hora e pagar, como é que vai ficar?
Que deve ter gente que não vai pagar, deve ter. Mas e os que tão tentando? Té parece que vcs nunca tiveram dívida.
Concordo que isso afeta negativamente a imagem dos brasileiros. Maaaas…….
Banco nenhum empresta dinheiro sem algum tipo de segurança. Essa instituição deve ter o valor dos empréstimos hipotecado com alguma empresa seguradora para receber de volta pelo menos uma parte, em caso de calote. Portanto, o banco que emprestou não toma tanto prejuízo.
AINDA, o que “Hinode” diz é um absurdo. Só para fazer isso o que ele sugere, o governo vai gastar muito dinheiro e mão de obra. Imagine as prefeituras tendo que modificar as regras de recolhimento de impostos para CADA brasileiro? E para justificar a arrecadação diferenciada? E os trâmites de transferência de fundos, autenticações, avais, etc? Se for fazer isso em escala nacional, vai MUUUUITO mais dinheiro do que o valor dessa dívida. Ou seja, inviável. Isso vai acabar em pizza: como “nikkei” disse, quem pagará o pato vai ser a própria comunidade de brazucas servida pelo Centro de Intercâmbio Internacional de Gifu…..
Agora, convenhamos: todo esse alarde por causa de empréstimos de míseros 600 mil ienes? Se for levar em conta a quantidade de japoneses que se suicidam todos os dias por causa de dívida com “sara-kin” e cartão de crédito, isso que acontece com os brasileiros nem merece notícia….
O prazo é cinco anos para terminar de pagar o empréstimo, com CARÊNCIA de três meses.
Ou seja, passados três meses após o desembarque no Brasil, o financiado começaria a pagar o financiamento. O valor se limitava ao custo das passagens aéreas e não foi feito em espécie(dinheiro).
Não foi exigido fiador ou garantias. Foi “na confiança”, mesmo.
Quem irá ficar com o prejuízo financeiro será o Banco, mas quem ficou terá um prejuízo maior, pois se brasileiros não tinham credibilidade, agora é que não terão mesmo.
O que os japoneses fizeram, foi um teste. Japoneses gostam de agir assim.
Os “líderes” da comunidade criticaram até a ajuda dos 300.000,00…Quem precisar de auxílio, vai ter que pedir a passagem para a Embaixada ou para as “lideranças” da comunidade.
Não se iludam…Não pagaram e nem irão pagar.
Brasileiro não tem jeito…Se recebe a ajuda, reclama que estão mandando embora, mas se não recebe, reclama que os japoneses não querem ajudar…
Tem muita “escola brasileira” reclamando que o Governo não ajuda e por isso terá que encerrar as atividades…rsrsrsrsrs…
Show time
Eu nao tenho divida nenhuma,e nunca tive
Vc tem? Esta tentando pagar?
[...] Portal Webnews | Após um ano, mais de 80% das famílias estão … O q mais me assusta e q 8 pagaram.Pensei q ninguem ia devolver kkkkkkk. Smoke disse: 31 de agosto às 3:28 pm. Como nao tem como localizar os caloteiros? Eles emprestaram o dinheiro sem informacoes, na base da confianca? Ou seja, passados três meses após o desembarque no Brasil, o financiado começaria a pagar o financiamento. O valor se limitava ao custo das passagens aéreas e não foi feito em espécie(dinheiro). Não foi exigido fiador ou garantias. [...]