Cotidiano

21 de julho de 2010   |   Imprimir este texto Imprimir este texto    |  Enviar por email Enviar por email  | 

Pela primeira vez adolescente admite arrependimento

phayashi


A adolescente de 15 anos, acusada de planejar e provocar um incêndio na cidade de Takarazuka (Hyogo) demonstrou, pela primeira vez desde que foi detida, que sente arrependimento pelo crime que cometeu, noticiou o jornal Asahi. O incêndio deixou o padrasto e a meia-irmã gravemente feridos e provocou a morte da mãe da menina brasileira.

De acordo com o Asahi ela mostrou também preocupação em relação ao estado de saúde do padrasto e da meia-irmã, que continuam internados. O artigo cita que ela pediu desculpas e disse “eu sei que fiz uma coisa muito ruim”.

Sua colega, que teria planejado e ajudado a adolescente a provocar o incêndio, também está detida. Segundo a mídia, ela teria chorado ao se reencontrar com a mãe, que também planejava matar causando um incêndio.

A promotoria regional de Kobe solicitou na última segunda-feira (19) que a custódia das acusadas na delegacia seja prorrogada até o dia 29 desse mês. A solicitação foi aprovada pelo tribunal regional.

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Comentários

  1. mestiso disse:

    ajudar dekaseguis isso q embaixada brasileira deveria fazer

  2. Nathy disse:

    nossa depois dessa tragédia na familia dela,como sera a vida dessa menina no futuro …duas adolescente que direcionaram suas vidas p um portal sem volta….acho q a gente vem nesse mundo para ser feliz…e essas duas acabaram com suas chances…de serem felizes e nessa levam suas famílias juntas para o buraco …

  3. omulu disse:

    mestiso, vc disse “ajudar dekaseguis isso q embaixada brasileira deveria fazer”.
    Kkkkk! Essa menina não é dekasegi. Pelo que ouvi falar, ela nem sabe falar português. É óbvio que o desbalanço emocional dela, que já se encontrava em estado precário por causa da vida conturbada que levava com a mãe (divorciada e cheia de problemas, segue o padrão que já sabemos…) piorou por causa do estrito sistema de educação japonês, com o ijime, com a pressão psicológica social (aqui no Japão ninguém pode ser diferente, todo mundo tem que obedecer as regras, etc, etc…). Essa menina é o triste resultado do que uma família de brasileiros no Japão pode vir a gerar……. Ah! E quem tem que ajudar os brasileiros não é a embaixada, por que não tem nada a haver. São os consulados. Que, vale mencionar, ESTÃO ajudando. Caso você não saiba, existe uma seção nos consulados que se chama “Assistência Social Consular” (ou alguma coisa parecida, não me lembro direito). Ouvi falar que até pessoas relacionadas ao governo brasileiro mas que não tem obrigação NENHUMA de se envolver com um caso tão cabeludo, estão sempre a par dessas ocorrências com brasleiros e se movimentando para ajudar, visitando, conversando e providenciando auxílio. Mesmo nos casos que não aparecem nas notícias. Precisamos parar com essa mania de achar que ninguém ajuda os brasileiros. E procurar onde os brasileiros podem ajudar o Japão ou o governo brasileiro. Um presidente americano já disse: “Não pergunte como a América pode te ajudar, e sim, como você pode ajudar a América”. Acho que isso que ele disse vale para qualquer pessoa, independente de qual país onde esteja.

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