Japão

12 de março de 2010   |   Imprimir este texto Imprimir este texto    |  Enviar por email Enviar por email  | 

Terceiro aeroporto é inaugurado na região de Kanto

phayashi
Com Agência EFE - Tokyo


Sem ANA e JAL, aeroporto que operar com companhias de baixo custo

As instalações de Ibaraki tentarão desenvolver o modelo de negócio das companhias aéreas de baixo custo no Japão, até agora pouco abrangente, aproveitando sua proximidade a Tokyo (uma hora e meia por via rodoviária), sua menor densidade de tráfego aéreo e o baixo custo de suas operações.

O novo aeroporto de Ibaraki, a 80 quilômetros a norte de Tokyo e que pretende ser uma alternativa de baixo custo para voar à capital japonesa, começou a operar nesta quinta-feira (11) com um voo regular para Seul.

“Gostaríamos de convidar mais companhias aéreas e oferecer um bom serviço a companhias de baixo custo”, disse o governador da província de Ibaraki, Masaru Hashimoto, na cerimônia de abertura do aeroporto, que foi construído aproveitando as instalações de uma base aérea militar, informou a agência local “Kyodo”.

No início, apenas a companhia aérea sul-coreana Asiana vai operar um voo regular diário entre Ibaraki e Seul, enquanto a partir de 16 de abril a companhia aérea japonesa de baixo custo Skymark abrirá uma rota diária a Kobe (Hyogo).

No entanto, por conta da inauguração, uma companhia aérea taiuanesa realizou um voo a Taipé nesta quinta-feira, enquanto um avião da Japan Airlines (JAL), companhia que não vai operar em Ibaraki, fez uma decolagem rumo ao Havaí.

Quando começarem a operar as duas rotas regulares, Ibaraki acolherá até 600 passageiros por dia, número que os responsáveis esperam aumentar graças aos menores custos do aeroporto em comparação com os dois principais terminais de Tokyo: Haneda, a poucos minutos do centro da cidade, e Narita, a 60 quilômetros.

Ibaraki, que dispõe de duas pistas, custou ¥22 bilhões (US$ 240 milhões).

O aeroporto nasceu com dificuldades, já que as duas principais companhias aéreas do Japão, All Nippon Airways (ANA) e JAL, que vive uma profunda reestruturação para sair de um processo de falência, decidiram que não vão operar no terminal.

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