Mais de 100 produtos terão tarifas elevadas de 12% a 100%
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As sanções comerciais foram um dos assuntos discutidos na visita ao Brasil feita na semana passada pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que também disse confiar em uma solução negociada.
A lista inicial, divulgada pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, inclui principalmente cosméticos e alimentos, além de automóveis e eletrodomésticos.
Esses produtos terão que pagar impostos de importação mais altos caso provenham dos Estados Unidos. As taxas adicionais começarão a valer em 30 dias e poderão chegar até US$ 591 milhões ao ano.
O Ministério também pretende aplicar sanções nos setores de propriedade intelectual. A lista desses produtos deve ser divulgada em breve. No total, as sanções somam cerca de US$ 829 milhões ao ano.
Em agosto do ano passado, a Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou o Brasil a aplicar as sanções contra os EUA. O país havia denunciado os subsídios americanos ao algodão, considerados práticas de comércio desleal.
Apesar da posição da OMC, os Estados Unidos se negaram a eliminar os subsídios. A chancelaria brasileira informou que as sanções se mantêm enquanto os EUA seguirem descumprindo as regras multilaterais.
Os 102 produtos incluídos na lista terão tarifas elevadas entre 12% e 100%. Entre os produtos taxados estão o metanol, cuja tarifa aumentará em 22%, paracetamol (28%), produtos de beleza (36%), leitores de códigos de barras (22%), óculos escuros (40%) e veículos de até mil cilindradas (50%).
O Ministério das Relações Exteriores esclareceu que está aberto a um diálogo que permita uma solução satisfatória para ambas as partes.
O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, reconheceu recentemente que o seu país também prefere uma solução negociada e que apresentará uma oferta que possa satisfazer os brasileiros.






















bom pra made in china
eta tome americanos acasa caiu pra vcs
A coisa é tão estúpida que parece que existem interesses escusos por trás disso tudo. Quem paga essa conta é consumidor que será obrigado a consumir produtos asiáticos de qualidade duvidosa. Espero que cheguem a um acordo que satisfaça a ambas as partes e que vise o fortalecimento das relações entre os países americanos.