A cada 15 segundos, uma mulher é espancada no Brasil, diz Fundação
Cerca de oito mil mulheres se reuniram no Dique do Tororó em Salvador (próximo ao Estádio da Fonte Nova), para a Vigília das Águas, uma manifestação organizada por movimentos feministas com o intuito de chamar a atenção sobre a violência contra as mulheres.
No começo deste ano (24 de janeiro), três mulheres foram assassinadas em menos de 16 horas no estado da Bahia. Os suspeitos são seus cônjuges. Dois crimes ocorreram em Salvador e um em Itabuna (sul do estado). Em um dos crimes, a vítima estava casada a menos de 72 horas com o acusado.
Para a professora de sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Vilma Reis, os crimes contra as mulheres ocorrem por causa do “senso de impunidade” que têm os agressores. “Precisa haver uma sociedade com ambiente mais favorável às mulheres”, diz a professora que afirma que “isso não é só tarefa das feministas”.
Pesquisa da Fundação Perseu Abramo (2008) estima que a cada 15 segundos uma mulher seja espancada no Brasil.
Enxergando a responsabilidade masculina para diminuir a violência contra as mulheres, os homens da Campanha do Laço Branco e do Instituto Papai, em Recife, resolveram no Dia Internacional das Mulheres ir às ruas para protestar em favor das mulheres.
Além da questão da violência, Castro informa que as duas entidades participarão de panfletagem pela efetiva implantação da Lei nº 11.108, que garante às gestantes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato; e participam de ato público contra mudanças na questão do aborto na terceira edição do Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH 3).
Após crítica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o governo anunciou recuo e admitiu rever a redação da recomendação de “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”. O recuo no PNDH 3 também será criticado em outras partes do país.















isso é muito triste
q a pena seja mais dura com os homens q gostam de bater em mulheres…q vergonha …uma mulher pode ter o direito de escolher o q fazer o q quizer com o proprio corpo,( um feto…ou melhor uma criança no ventre,nao tem como se defender ou pedir q a deixe viver…)isso tbm e assassinato em primeiro grau,pois a vitima nao tem como se defender…,,,,,UMA MULHER NAO PODE SOFRER NEM MORRER NAS MAOS DE UM HOMEM. MAIS UM FETO PODE SER ASSASSINADO NA BARRIGA DE UMA MULHER? q vergonha ,q nojo se aprovarem essa lei.