Brasil

3 de março de 2010   |   Imprimir este texto Imprimir este texto    |  Enviar por email Enviar por email  | 

Brasil fará o possível para que Chile sofra o mínimo, diz Lula

Agência EFE


O Brasil enviará um hospital de campanha e aviões com ajuda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira depois de se reunir com sua colega chilena, Michelle Bachelet, no aeroporto de Santiago que “o Brasil fará o possível para que o povo do Chile sofra o mínimo possível” com o terremoto que atingiu o país no último sábado.

Lula, que chegou a Santiago depois de passar por Montevidéu, onde assistiu à posse de José Mujica como presidente do Uruguai, teve um rápido encontro com Bachelet para lhe expressar as condolências e a solidariedade das autoridades e do povo brasileiros, assim como colaborar com a ajuda humanitária.

“Quero agradecer ao presidente Lula, que demonstra mais uma vez que é um grande líder mundial e da América Latina e um grande amigo do Chile”, disse Bachelet.
Já Lula falou que, “graças a Deus, o Chile é um país bem estruturado, um país com muito boa estrutura, mais do que a de outros países, e mais preparado por ter a experiência de muitos terremotos”.
“O Chile não merecia uma catástrofe como esta, e muito menos as vítimas, mas, como não temos controle sobre o planeta, é Deus quem determina algumas coisas com as quais temos que aprender a conviver”, acrescentou o presidente.
“Vou voltar sabendo o que é preciso”, disse Lula.
O Brasil enviará um hospital de campanha e aviões com ajuda para o Chile, onde o número de mortos pelo terremoto é de 723 até o momento.
Bachelet destacou que Lula “preferiu vir aqui para conversar sobre quais podiam ser os apoios mais efetivos de que o Chile precisará, junto com seu afeto, sua solidariedade e suas condolências às vítimas”.
“Acho que é um gesto que o honra como presidente, como amigo do Chile, como amigo desta presidente. Amanhã chegará o primeiro avião com os elementos que falamos que são necessários”, explicou.
Lula chegou ao Chile acompanhado do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o chileno José Miguel Insulza.

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