Índice de desempregados chegou a 5,1%
O Governo de Aichi divulgou ontem (15), que a taxa de desemprego na província foi de 4,5% em 2009. Esse é o pior número desde 1983, quando a pesquisa teve início, noticiou o jornal Chunichi.
A taxa é também a maior no histórico de comparações com anos anteriores, tendo aumentado em 1,6% de 2008 para 2009. O artigo cita que a recessão, que teve início em outubro de 2008, fez com que uma das províncias mais ativas do país perdesse rapidamente sua força através do desemprego.
O número de desempregados em Aichi, de acordo com a mídia, foi de 182 mil pessoas, o que representa um aumento de 67 mil em comparação com o ano de 2008.
O número de pessoas empregadas, 3,8 milhões em 2009, sofreu queda de 2,2 milhões em comparação ao ano anterior. Na indústria manufatureira, uma das mais atingidas, o número de empregados diminuiu 10,9% passando para 991 mil em 2009.
A taxa de desemprego em Aichi entre o segundo trimestre de 2007 e o final do ano de 2008, era mantida entre 2% e 2,9%, porém em 2009, observou-se rápida mudança de cenário, registrando 5,1% no segundo trimestre como o pior índice de desemprego na história da província.






















filhos dekaseguis estao deixando seus pais passando fome no jp,li no br fureai,por q nao voltam pro br
jornal ipc ta abafando esse caso grave,embaixada brasileria nao ta nem ai,pelo amor Deus façam alguma coisa,ja falei com carlos zaha radio fenix br fureai,to tentando ajudar tb
Quando se tem apenas ovos para se alimentar, não se deve matar a galinha.
Incentivar e apoiar a quebradeira das empreiteiras, buscando exigir o “Direito de ser Shain”, não parece ser a melhor maneira dos brasileiros conseguirem empregos, que infelizmente, estão no Japão, graças à elas.
Se o sistema não é perfeito, talvez aos “inúmeros representantes” da comunidade brasileira no Japão, fosse mais decente, óbvio e inteligente, oferecer parcerias.
- “… A COISA VAI MAL, O QUE A GENTE, NÓS, A MÃO DE OBRA BRASILEIRA, PODERÍAMOS FAZER PARA AJUDAR…”
A melhor forma de se buscar parcerias, é unindo- se as Associações que só tem a perder com o crescente desemprego entre os brasileiros.
As que pretendem viver de subsídios, exploram o desemprego, pois suas existencias dependem da miséria da classe trabalhista – tentam ganhar algum, de membros, e dos governos do Japão e Brasil.
Não se trata mais de reivindicar melhores sálarios e evitar demissões. Acabou o emprego.
O pouco que resta, é para quem está disposto a jogar conforme as Leis do Mercado, sejam empresários ou trabalhadores.