Toyoda se desculpou por problemas que levaram a excesso de recall
O presidente da Toyota Motor, Akio Toyoda, pediu desculpas aos clientes pelos problemas causados diante dos muitos recalls feitos pela firma japonesa. “Peço perdão, de forma sincera, por causar problemas a muitos de nossos clientes por conta dos recalls de muitos modelos em diversas regiões”, disse Toyoda durante entrevista coletiva na cidade japonesa de Nagoya.
Líder mundial do setor, a firma realiza um recall desde novembro com 8 milhões de veículos por problemas com diversos modelos – atualmente, está sendo investigada uma falha no freio do híbrido Prius.
![JP2-100206_efe 0205_[Presidente da Toyota]01-2875096](http://portalwebnews.com/wp-content/uploads/2010/02/JP2-100206_efe-0205_Presidente-da-Toyota01-2875096.jpg)
Toyoda anunciou a criação de um comitê de qualidade, que examinará as causas das revisões dos carros e afirmou que a empresa vai colaborar com o que for preciso.
Ele garantiu que a empresa está comprometida com os princípios de “fazer automóveis melhores” e “levar em conta os clientes”, e que está decidido a “recuperar a confiança” dos consumidores no mundo todo apostando em “melhorar a qualidade”.
A Toyota assegura que os problemas com o software do sistema de freio da última geração do Prius foi identificado e consertado desde janeiro. O modelo foi o mais vendido no Japão durante 2009, com cerca de 209 mil unidades.
Um porta-voz do Ministério de Transporte do Japão disse hoje que até ontem tinham sido feitas 60 queixas sobre um possível mau funcionamento dos freios do Prius, sendo que cinco provocaram acidentes.
A mesma situação aconteceu nos Estados Unidos, o que levou as autoridades locais a iniciar uma investigação sobre o fato.






















Péssima hora para se perder a “qualidade toyota” de fabricar carros!
Se perder mais uma fatia do mercado internacional, o Japão se verá em apuros de fato.
Tomara que tenham uma boa idéia para recuperar a confiança e ajudar a impulsionar a economia.
Hoje em dia, qualquer espirro e os acionistas das grandes empresas, espalhados pelo mundo já se colocam em fuga. As vezes até injustificados, mas os estragos gerais permanecem.