Secretários ainda esperam alcançar êxito até o final do encontro em Copenhague
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Centenes de pessoas da Ação pela Justiça Climática comparecem à estação de trem de Taarnby, próximo a Copenhague
Os países em desenvolvimento acusaram as nações ricas de falta de vontade para negociar um tratado que fixe o financiamento de medidas para combater a mudança climática. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, arrancou aplausos ao responsabilizar o “capitalismo” pela mudança climática. Chavez também acusou os países ricos de “irresponsabilidade e falta de vontade política” para chegar a um acordo
Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), disse que “é preciso deixar para trás a retórica” e que “é menos caro proteger o planeta hoje do que consertá-lo mais tarde”.
Movimentos de defesa do meio ambiente como o Oxfam Internacional apontavam que, com o decorrer da conferência, a apenas dois dias de seu final, os únicos que podem salvá-la são os 119 chefes de Estado e de Governo que começaram a chegar hoje à cúpula.
Ao longo das negociações, que começaram no dia 7, o assunto mais polêmico dos debates foi o financiamento pelas nações industrializadas para o combate aos danos causados pela mudança climática no mundo em desenvolvimento.
Por mais um dia, a COP15 foi marcada nesta quarta por protestos de organizações de defesa do meio ambiente nos arredores do centro de convenções Bella Center, sede da cúpula. Policiais usaram gás lacrimogêneo e spray de pimenta para dispersar os manifestantes.
De Boer afirma que próximas 24 horas serão cruciais para COP15
“Ainda acredito que é possível alcançar um autêntico êxito, mas, nesse contexto, as próximas 24 horas serão cruciais e devem ser utilizadas de forma produtiva”, declarou, em entrevista coletiva O secretário-executivo da Cúpula das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), Yvo de Boer.
A cúpula atravessa momentos difíceis devido à desconfiança dos países em desenvolvimento e emergentes sobre as intenções dos desenvolvidos. Estes países acusam as nações ricas de quererem acabar com o Protocolo de Kioto, o único tratado existente sobre cortes de emissões, e de não escutar suas reivindicações.
De Boer também explicou que uma nova minuta preparada hoje pelos dinamarqueses não tenta substituir os dois textos estudados pelas delegações nos últimos dez dias, mas tem o objetivo de facilitar a situação.






















É aonde vamos parar, os grandes países causadores das emissões de gases agora não querem assumir a culpa e também não deixam os pequenos emergentes subirem para começar a poluir é muita hipocresia para nossa raça, ainda mais com a nova onda que já está fazendo uma grande repercussão o caléndário Maya onde diz que o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012, motivo suficiente para que não possamos nos preocupar com os problemas atuais. Parece que é bem mais fácil pensar no fim do mundo do que tentar resolver os problemas atuais e ae me pergunto, e se o mundo não acabar em 2012?
Fica aqui a minha indignação perante nossos governantes.
brasileiros no BR tb estao protestando por nao terem saude, segurança ,educaçao e emprego,etc…