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22 de outubro de 2009   |   Imprimir este texto Imprimir este texto    |   Enviar por email Enviar por email

Planos para corte de gastos

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Novo governo prevê corte no orçamento público

O partido que assumirá o Japão anunciou na última sexta-feira que congelaria parte do orçamento extra de seu predecessor para eliminar gastos supérfluos, mas insistiu que está comprometido a reavivar a economia.
O novo Primeiro Ministro do partido esquerdista do Japão, Yukio Hatoyama, prometeu introduzir mais capital nos bolsos da população com ajudas financeiras para as famílias, ensino médio gratuito e o fim das taxas de pedágio das vias expressas.017120359-EX00
“Hatoyama instruiu os membros de seu gabinete a suspender parte do orçamento extra, avaliado em ?13.9 trilhões (152 bilhões de dólares)”, informou o Secretário Chefe do Gabinete, Hirofumi Hirano.
O novo Primeiro Ministro ordenou que cada ministro revisasse os projetos públicos relacionados ao orçamento adicional para esse ano fiscal e entregar.
O ex – Primeiro Ministro Taro Aso, havia instaurado um orçamento suplementar durante o parlamento no mês de maio para custear suas medidas de estímulo na economia.
O novo governo criticou alguns projetos planejados sob essas medidas, tais como um centro nacional de artes visando a promoção de mangas e desenhos animados e reparos nos prédios do governo.
Os ministros insistiram comprometimento com os gastos fiscais para aquecer a economia japonesa, atingida por uma da piores recessões de sua história.
“Isso não quer dizer que acabaremos com os gastos fiscais, mas revisaremos o conteúdo dos gastos,” informou o diretor suplente, Naoto Kan, que foi escolhido por Hatoyama para liderar a nova estratégia nacional do departamento do governo. “As condições de emprego estão piorando e nós não podemos reduzir nossa vigilância sob a situação econômica. Entendo que precisamos de sólidas diretrizes econômicas para discursar a situação,” disse Kan.
A economia japonesa, a segunda maior do mundo, foi severamente atingida pela crise econômica global devido à queda em suas exportações.
Ela retornou a índices positivos em abril e junho, porém, as atividades econômicas se mantêm depressivas com o desemprego em seu posto mais alto.

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Comentarios

  1. regina disse:

    vamos ver ate onde isso vai dar , as vezes lembra muito um pais distante e bem familiar!

  2. Hugo disse:

    …com a pequena diferença de que nesse pais “distante e familiar”,nos orçamentos já estão embutidos a parte que misteriosamente se desviam pelo caminho…

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